27 dezembro 2011

Cadernos do Diálogo

O ano de 2011 foi fértil para as publicações do Diálogo Florestal. Foram lançados quatro volumes dos Cadernos do Diálogo, dois em português – Frutos do Diálogo e Mosaicos Florestais – e dois em inglês – Silvicultura e Água e Frutos do Diálogo. Para 2012 está prevista a publicação de uma quarta edição, com o tema ’silvicultura e a biodiversidade’. Confira aqui os volumes publicados.

23 dezembro 2011

Árvore de Natal

Está disponível no site do Corredor Ecológico do Vale do Paraíba uma opção diferente para presentear neste Natal: um vale-árvore. O investimento de R$ 15,00 é usado para o plantio e manutenção da muda por dois anos, para projetos sociais, educacionais, culturais e de geração de renda e para a administração do projeto. E quem recebe o presente pode acompanhar pela internet o desenvolvimento da área onde foi plantada sua árvore.

19 dezembro 2011

Carta da Mata Atlântica

Entre os dias 21 e 24 de novembro, representantes do poder público, do terceiro setor e de empresas reuniram-se em Brasília (DF) para o seminário “A Mata Atlântica no Ano Internacional das Florestas”. Um do resultados do encontro e contribuição para o debate e a proteção desse bioma foi a Carta da Mata Atlântica.

O documento aponta os avanços legais e institucionais na proteção do bioma, os desafios da conservação e recuperação no contexto das mudanças climáticas e a floresta como vetor de desenvolvimento sustentável. Clique aqui para ler a carta.

07 dezembro 2011

Mais empresas pela recuperação da Mata Atlântica

No dia 29/11, a Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba (ACEVP), em parceria com o Instituto Ethos, promoveu encontro com empresários, buscando viabilizar novas parcerias. O evento, realizado em São Paulo (SP), contou ainda com a mesa redonda “O papel das empresas na recuperação do corredor ecológico do Vale do Paraíba e no desenvolvimento da região”. Na ocasião foram anunciadas as novas áreas a serem reflorestadas na temporada de plantio 2011/2012. Na primeira temporada, foram recuperados 178 hectares de Mata Atlântica no Vale do Paraíba. Saiba mais aqui.

02 dezembro 2011

Carbono em produtos florestais

Você sabia que a quantidade de carbono armazenado nos produtos florestais aumenta cerca de 115 milhões de toneladas a cada ano? Isso equivale à remoção anual de 424 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera. A informação é do documento The Sustainable Forest Products Industry, Carbon and Climate Change – Key Messages for Policy-Makers, World Business Council for Sustainable Development (WBCSD).

Fonte: Fibria Notícias – Edição 107 – 16/11/2011.

10 novembro 2011

Crescer e preservar florestas

Em entrevista para o jornal A Gazeta (ES), o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Instituto de Pesquisas em Biomassa e Sequestro de Carbono (Biofix), Carlos Roberto Sanquetta, falou sobre o estado das florestas capixabas, os desafios de conciliar o desenvolvimento sustentável com a preservação dos recursos naturais e a importância do setor florestal. Sanquetta realizou palestra em 1/11 para o projeto Ano Internacional das Florestas – Florestas do ES.

Veja aqui a entrevista completa.

08 novembro 2011

300 mil hectares recuperados até 2025

O Espírito Santo possui apenas 10% da cobertura original de Mata Atlântica. A boa notícia é que o Estado se tornou destaque nas ações de preservação do bioma, com a meta de aumentar para 16% essa área até 2025. Isso significa quase 300 mil hectares restaurados. Os números são do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que envolve organizações ambientalistas, empresas e governos na recuperação das florestas.

Clique aqui para ler a notícia.

30 outubro 2011

Flashback – Celulose na era dos econegócios

Enviado por Eduardo Athayde

Parabenizando pela iniciativa do Blog Valor da Floresta, encaminho artigo publicado sobre o assunto há algum tempo, quando a indústria da celulose iniciava a transformação para a visão inovadora que tem hoje.

Celulose na era dos econegócios

Por Eduardo Athayde

Publicado originalmente em O Estado de São Paulo
13 de janeiro de 2007

Quando o imigrante ucraniano Leon Feffer e o químico Benjamim Solitrenick revolucionaram a fabricação da celulose no mundo, com a descoberta do potencial da fibra curta do eucalipto, por meio de pesquisas realizadas na Universidade da Flórida, no início da década de 50, iniciou uma nova era para os negócios das florestas plantadas do Brasil.
Com a maior área de plantio de eucalipto do mundo, 1,7 milhão de hectares, a indústria brasileira de celulose gera hoje cerca de 100 mil empregos diretos, milhares de indiretos e R$ 2,1 bilhões de impostos, numa cadeia produtiva que abrange 450 municípios de 16 Estados.
Quarenta anos depois, o industrial suíço Stephan Schmidheiny fundou o respeitado World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), reunindo um grupo de empresários internacionais que, focados na sustentabilidade dos seus negócios e do planeta, tiveram participação ativa na Eco-92. Fatos aparentemente distantes no tempo e no espaço se entrelaçam teando as regras inexoráveis da sustentabilidade.
Articulados com Schmidheiny, 50 líderes empresariais transnacionais lançaram mundialmente, em 1992, o livro Changing Course: A Global Business Perspective on Development and the Environment, com estudos de casos de negócios de última geração – econegócios – que começam a afetar o mundo, gerando lucro social, econômico e ecológico de forma integrada, dentre eles os das florestas.
Com previsões de crescimento na exportação de 10% em 2007, a produção de celulose no Brasil cresceu de 95 mil toneladas, em 1950, para 11 milhões de toneladas, em 2005. Ainda imantada pela genialidade de Feffer, a indústria envereda em esforços sem rumo para adaptar-se ao ambiente do desenvolvimento sustentável. Proteção de mananciais, combate a incêndio, revegetação e cultivo mínimo são obrigações minimamente esperadas da indústria florestal monoculturista.
A mesma inteligência empresarial usada para gerar lucros das fibras pode ser usada para os bionegócios nas áreas de preservação. A próxima geração de empresários, influenciada pelos mesmos motivos que moveram Schmidheiny, sem descuidar da celulose, focará no complexo da biodiversidade florestal, composto pela floresta plantada, floresta preservada, fixação de populações humanas e marcas das empresas.
Esses são valores emergentes no mercado da eco-economia, interessado em comprar serviços de preservação, na qualidade de vidas humanas e também nos negócios da celulose.
Quanto pode valer a marca de uma sustentável indústria de celulose na era da eco-economia?
Na era dos econegócios adicionalidades dão lucro. Hoje, a inteligência embutida nas marcas é instantaneamente percebida pelos softwares que alimentam de informações os mercados. Dissolvidos nos produtos, os valores embutidos nas marcas conversam com clientes cada vez mais conscientizados e regulados por normas ambientais que crescem com a mesma velocidade das fibras de eucalipto em ambiente tropical.
Novos investidores estão particularmente preocupados com a moeda escassa da biodiversidade, economicamente valorada, e nos bionegócios do patrimônio esquecido nos 2 milhões de hectares de florestas (bancos de germoplasma) preservadas. Chamadas apenas de “matas”, são, na verdade, ricas biofábricas, precariamente inscritas nos balanços como custo, registrando a visão dos executivos da velha-guarda.
O cruzamento de biodiversidade e biotecnologia gera bionegócio. Fungos, fármacos e cosméticos podem ser produzidos nas biofábricas preservadas. Negócios estranhos à celulose? Não. Esses princípios ativos abundam nos 20 bilhões de m² de “matas” de propriedade da indústria.
O fomento cego, hoje feito sem estímulo à bioprospecção nas áreas de reserva legal, transformado em Termos de Ajustes de Econegócios (Tecos), poderá ser uma valiosa ferramenta para consolidação dos corredores ecológicos.
Na era dos econegócios a noção de biofábrica substituirá a de área preservada. Investimentos na geração de conhecimentos ajudarão a capacitar o grande empresário e o pequeno proprietário rural para a exploração sustentável das suas reservas legais, transformando preservação em PIB.
Com a ajuda da inovação, o Brasil, “destravado”, terá oportunidade de preservar os ativos ambientais, via econegócios, para mitigar o passivo social, este, sim, um problema gritante em todo o País.

Eduardo Athayde é diretor do WWI-Worldwatch Institute no Brasil.

28 outubro 2011

Plantando cidadania

A Associação Corredor Ecológico do Vale do Paraíba (ACEVP) mantém o projeto Corredor Ecológico do Vale do Paraíba e tem a meta de restaurar 150 mil hectares de florestas no trecho paulista do rio Paraíba do Sul em dez anos.

Parte desse desafio está sendo atingido com a participação de empresas e pessoas físicas que, juntas, já doaram 79.532 árvores. A doação é muito simples: basta entrar no site do projeto, identificar-se como pessoa física ou jurídica e preencher o cadastro para fazer sua contribuição. Cada árvore “custa” 15 reais.

Participe! Além de ajudar a restaurar a Mata Atlântica, sua doação ajudará a execução de projetos socioambientais na região do Vale do Paraíba.

26 outubro 2011

Projeto Manguezal em destaque

O Portal Agro, movimento de empresas e entidades para valorizar e promover o agronegócio brasileiro, publicou reportagem destacando o Projeto Manguezal, em Caravelas (BA), como exemplo de iniciativa agrossustentável, que combina inclusão social, geração de renda e educação ambiental.

Mantido pelo Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste (Cepene), um dos Centros Especializados do Ibama, o Projeto Manguezal monitora e fomenta o uso sustentável do mangue de Caravelas pelas populações ribeirinhas.

A reportagem aponta o plantio de espécies de árvores frutíferas em áreas degradas e ociosas como forma de promover o desenvolvimento sustentável da região.

O Projeto conta com apoio da Fibria, que opera um Terminal Marítimo de Barcaças em Caravelas, de onde transporta madeira de eucalipto plantado e colhido na região para sua fábrica de celulose em Aracruz (ES).

Clique aqui para ler a reportagem.